Economia compartilhada e a multipropriedade imobiliária: qual é a relação?

Economia compartilhada e a multipropriedade imobiliária: qual é a relação?
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A sociedade moderna caminha a passos rápidos, com botas de sete léguas. Os conceitos que antes denotavam ideias religiosas, hoje se integram à economia, aos novos hábitos de consumo e às novas formas de investimento. É o que acontece com a ideia de “compartilhamento”.

As grandes instituições e indústrias, classificadas como “capitalistas”, já aplicam esse conceito em suas operações. Consequentemente, caminhamos para o fim do capitalismo convencional, o qual também está se transformando, adotando ideias e ações inovadoras.

A economia compartilhada e o mercado de multipropriedade têm muito em comum. Neste artigo, vamos traçar um paralelo entre esses dois conceitos, mostrando as nuances de cada um, suas vantagens e como participar deles. Continue a leitura e confira!

Como mudou o modo de consumir e investir?

A internet e as demais tecnologias que otimizam a comunicação transformaram a interação entre as pessoas. Percebemos logo essas mudanças quando fazemos um passeio virtual por algum museu internacional ou pelo próprio espaço. Também podemos fazer uma chamada por vídeo, aqui do Brasil, para alguém que se encontra na Europa ou África.

As inovações alcançam ainda as relações de consumo, especialmente devido à geração Y, cujos representantes são chamados “millennials” e correspondem às pessoas nascidas entre 1980 e 1995. Como vivem conectados, esses jovens questionam tudo, defendem a sustentabilidade, e colocam a liberdade e a experiência acima da posse.

A geração Y instituiu uma nova forma de consumir, adotando conceitos como economia compartilhada e colaborativa. Há plataformas digitais, como Uber, WeGo, Airbnb e Blablacar, que conectam com facilidade as pessoas que estão procurando determinado serviço ou produto aos empreendedores que podem oferecê-los.

Além das ferramentas digitais, existem outras formas de compartilhamento. Os coworkings, por exemplo, são locais onde diferentes profissionais trabalham juntos e dividem os custos entre si. A multipropriedade é outro exemplo de compartilhamento sobre o qual falaremos mais adiante.

O que é a economia compartilhada?

A economia compartilhada é uma realidade que tende a crescer e se expandir cada vez mais, modificando os hábitos de consumo das pessoas. Trata-se de uma maneira de dividir os gastos relacionados a produtos e serviços, o que gera um consumo colaborativo.

São serviços que geram muitas modificações nos modelos de negócios aos quais a população está habituada. É um grande desafio para os novos empreendedores — e mesmo para os mais veteranos.

Uma das vantagens da economia compartilhada é o aumento da competitividade no mercado. Como resultado, há preços mais interessantes para o público, a qualidade dos serviços melhora, a economia fica mais aquecida e os novos negócios são estimulados.

O que significa economia compartilhada?

De acordo com o que já dissemos, a economia compartilhada é um modelo econômico que se fundamenta no consumo colaborativo. Ela se manifesta por meio de compartilhamento, troca, aluguel ou empréstimo de serviços e produtos.

Uma de suas finalidades é o uso de recursos com menos recorrência, de modo que outros consumidores possam usufruir deles — mesmo quando não existe posse efetiva.

Na verdade, para que exista a economia compartilhada, são necessários alguns fatores:

  • a promoção do acesso a bens que são pouco usados;
  • o benefício dos consumidores, dando-lhes acesso a serviços e produtos;
  • a existência de redes descentralizadas e marketplaces.

Além de motivarem o sentimento de benefício mútuo, essas empresas também estimulam a responsabilidade coletiva e a ideia de que os consumidores pertencem à sociedade. A economia coletiva e o compartilhamento só se tornaram uma realidade por causa da internet, pois a maioria dos negócios e da publicidade relacionada a eles ocorrem nela.

Quando surgiu a economia compartilhada?

O surgimento do conceito é recente, aparecendo após a crise que afetou a economia mundial em 2008. Para economizar recursos financeiros e da própria natureza, os empreendedores lançaram negócios que usavam materiais com maior potencial de consumo.

Essa estratégia permitiu que consumidores com baixo poder aquisitivo tivessem acesso a bens e serviços compartilhando as despesas entre si, ou seja, reduzindo seus gastos. Muitos encontros passaram a ocorrer pela internet, possibilitando e agilizando diversas transações.

Desde 2010, a ideia de consumo colaborativo também se integrou ao de economia compartilhada. O que se resumia à partilha de bens e serviços, atualmente envolve operações diferentes, como troca, compra coletiva, alugueis por temporada, modelos de assinaturas e empréstimos de mercadorias.

Na verdade, o termo “consumo colaborativo” havia aparecido bem antes de 2010: em 1978, em um texto escrito por dois pesquisadores, Marcus Felson e Joe L. Sppaeth. O artigo chamava-se “Community Structure and Collaborative Consumption: A routine activity approach” (Estrutura da Comunidade e Consumo Colaborativo: Uma abordagem de atividade de rotina).

Como a economia compartilhada funciona?

O compartilhamento se fundamenta em três pilares da sustentabilidade: economia, sociedade e meio ambiente. Dessa forma, economiza-se dinheiro, reduz-se a utilização de recursos naturais e a sociedade toda usufrui de benefícios que são compartilhados.

Para a prática da economia compartilhada, alguns princípios são importantes:

  • a conscientização sobre a importância do valor dos produtos ou serviços e do acesso a eles;
  • a racionalização dos recursos;
  • as informações públicas que estimulam as mudanças;
  • o desenvolvimento de laços de confiança entre fornecedores e clientes;
  • a diminuição do desperdício com a utilização de bens ociosos.

Existe outro conceito que promove o compartilhamento: a contribuição coletiva, ou crowndsourcing, é a participação da população para resolver certas questões de maneira colaborativa.

Quais empresas aplicam o conceito?

Já citamos alguns exemplos de empresas que aplicam o conceito de compartilhamento em seus negócios, mas vamos ver mais algumas. Afinal de contas, assim, você fica convencido definitivamente de que há vários negócios que seguem essa tendência:

  • DogHero: intermedia os donos de pets com cuidadores que oferecem hospedagem para animais de estimação;
  • Abertura Simples: conecta contadores e empreendedores que almejam abrir empresas;
  • Enjoei: marketplace que conecta consumidores que desejam comprar certos produtos a pessoas que estão se desfazendo desses itens e colocando-os à venda (um tipo de brechó virtual);
  • Turbi: aluga carros para quem precisa de veículo para viajar ou se deslocar dentro da mesma cidade;
  • MoObie: conecta proprietários e locadores de carros.

Quais são as vantagens da economia compartilhada?

Não é difícil identificar muitas vantagens no modelo econômico de compartilhamento. Ao longo do texto, isso ficou bem claro, não é mesmo? Mas vamos listar mais algumas:

  • a facilidade de acesso a mercadorias e serviços diversos;
  • a facilidade de acesso à entrada no mercado;
  • a economia de recursos financeiros;
  • o reuso dos recursos;
  • os cuidados com a sustentabilidade, valorizando o meio ambiente;
  • a diminuição dos gastos internos;
  • o fortalecimento das comunidades.

Como se define uma multipropriedade imobiliária?

Agora, vamos falar de multipropriedade imobiliária. Trata-se do compartilhamento de um imóvel ou de uma propriedade. Por esse motivo, também se chama de propriedade compartilhada e de cota ou fração imobiliária.

O espaço é exclusivo para cada proprietário — o que se compartilha é o período. Por isso, cada pessoa adquire frações ou unidades de tempo. Assim, esse é um conceito muito valioso para o segmento de turismo.

Como a multipropriedade funciona?

Basicamente, é definido previamente um período de ocupação para cada proprietário, que não pode ser inferior a 7 dias, seguidos ou intercalados. Assim, durante esse período, apenas um proprietário (e sua família) pode ocupar o imóvel e usufruir de tudo o que ele possa oferecer.

Uma propriedade de alto valor pode ficar mais acessível para diferentes pessoas, que dividem as despesas relativas a ela, incluindo o custo de aquisição. Existe um rateio, geralmente proporcional ao investimento, e, se mais pessoas compraram, por exemplo, duas ou três cotas — ou seja, um período de tempo mais longo —, elas também assumem mais custos. Nada mais justo, não é?

Os coproprietários têm a posse do imóvel em períodos predefinidos no contrato. Geralmente, os imóveis são divididos entre 13, 26 ou 52 pessoas (13, 13 x 2, 26 x 2), ou seja, múltiplos de 13.

Assim, em um imóvel com 13 proprietários, cada um terá direito à propriedade por 4 semanas durante o ano, o que equivale a 28 diárias. No caso de existirem 26 proprietários, cada um fará jus a 2 semanas por ano e, no caso de 52 proprietários, cada um terá direito a 1 semana por ano, ou seja, 7 dias (período mínimo definido por lei).

Vale lembrar que a multipropriedade imobiliária é regida pela Lei nº 13.777/2018, ou seja, ela tem segurança jurídica. Cada fração corresponde a uma submatrícula que confere autonomia ao multiproprietário. Ele pode passar, portanto, sua fração aos seus descendentes, pode vendê-la e alugá-la.

Quais são os tipos de multipropriedade imobiliária?

A multipropriedade imobiliária é uma modalidade de condomínio muito dinâmica. A seguir, veja quais tipos são encontrados no Brasil.

Acionária ou Societária

Trata-se de uma empresa constituída na forma de Sociedade Anônima (S/A), que detém uma propriedade para lazer e emite ações.

As ações ordinárias servem para representar a propriedade do imóvel e ficam sempre com os proprietários. Já as preferenciais são comercializadas a sócios-usuários e servem para representar o direito de utilização da propriedade por frações de tempo estabelecidas no contrato.

Imobiliária ou Complexo de Lazer

Cada coproprietário é dono de uma cota da fração ideal do terreno, da construção e dos pontos de lazer (piscina, quadra de esportes, lavanderia, restaurante, lanchonete, academia e assim por diante).

Cada um deles pode fazer uso do espaço em período definido durante o ano. Pode alugar, vender e até emprestar sua fração de tempo.

Outros tipos de multipropriedade

Ainda podemos citar:

  • Direito Real de Habitação Periódica: a multipropriedade é um direito real de usufruto de bem alheio por unidade de tempo;
  • Hotelaria: o multiproprietário faz uso do apartamento e dos serviços do hotel de forma exclusiva, conforme o período disposto em contrato.

Embora seja costume chamar a multipropriedade imobiliária de sistema time sharing, o time sharing propriamente dito se refere à modalidade hoteleira.

Quais são os motivos para investir em multipropriedade?

Todos procuram os melhores investimentos, não é? Você não deseja investir em um negócio incerto e correr o risco de ver “a vaca ir para o brejo”. Então, vale a pena falar das vantagens de investir em multipropriedade imobiliária.

Primeiramente, como se trata de uma tendência, é natural que desperte o interesse dos investidores. Ao analisar esse tipo de investimento, você perceberá que já existem muitos deles aqui no Brasil.

Conforme o Cenário do Desenvolvimento de Multipropriedades 2019, existem 92 desses empreendimentos, sendo que 46 estão ativos. Eles estão espalhados por 45 cidades de 16 estados. Na dianteira, está a Região Nordeste, que conta com 25 imóveis. Em seguida, temos:

  • Região Centro-Oeste: 23;
  • Região Sudeste: 21;
  • Região Sul: 18;
  • Região Norte: 5.

A seguir, veja os principais motivos para fazer esse tipo de investimento.

A propriedade não fica subutilizada

Considere que, ao comprar uma multipropriedade, você não terá uma propriedade que ficará subutilizada, pois haverá ocupantes o ano todo, conforme os diferentes períodos destinados a cada um. Casas de praia, por exemplo, costumam ficar subutilizadas durante a baixa temporada.

Uma propriedade de alto padrão por um preço menor

Outro motivo para investir é que, com menos capital, comprará uma propriedade de luxo, de alto padrão. Compartilhando o tempo, você é dono exclusivo durante seu período — e outros usufruem dessa mesma vantagem.

Economia com manutenção e custos fixos

Já que as despesas de manutenção são rateadas entre todos os coproprietários, você gastará muito menos dinheiro. Cada um assume sua parte nos gastos, ou seja, há o compartilhamento de direitos e deveres.

Possibilidade de gerar renda extra

Quer ganhar um dinheirinho a mais? Você pode fazer isso com sua fração de multipropriedade. Se não quiser usá-la, tem o direito de alugá-la para outra pessoa. E pode fazer isso quando quiser, pois sua fração é autônoma, como se fosse um imóvel exclusivo.

Você rentabiliza sua propriedade e, como já dissemos mais acima, poderá vender sua fração também. Nesse caso, ganhará mais que o valor pago por ela, pois ela se valoriza a cada ano. Ótimo para um investidor, não acha?

Intercâmbio de férias e com outras propriedades

Também é permitido o intercâmbio com outras propriedades, já que há muitos hotéis e resorts por todo o mundo que também funcionam pelo sistema time sharing e se associam a uma rede.

Com auxílio do intercâmbio de férias, é possível planejar viagens antecipadamente e visitar locais diferentes todos os anos. Não há aquela restrição de permanecer sempre na mesma multipropriedade: conheça outros estados e cidades do Brasil e do mundo, com direito à hospedagem em propriedades luxuosas.

Economia com hospedagem durante as viagens

A multipropriedade é um patrimônio que lhe pertence, um direito real. Além disso, é possível economizar despesas com hotéis. Sem dúvida, os valores que você gastaria em viagens durante as férias seria muito maior do que a unidade de tempo em uma multipropriedade.

Os mesmos benefícios de um hotel ou resort

O coproprietário usufrui das mesmas vantagens de quando ele se hospeda em um resort ou em um hotel. Isso porque muitas multipropriedades estão situadas nesses lugares.

É o caso dos complexos de lazer: você e sua família contarão com uma estadia confortável, terão diversos serviços à sua disposição. Por isso, é uma opção muito procurada por casais que têm crianças.

O direito legal sobre o imóvel

A multipropriedade, que é amparada por lei específica, é garantida juridicamente a cada coproprietário. Você tem direito a um percentual da propriedade física, com a escritura assinada e registrada em cartório.  

De que forma a valorização da experiência substitui uma posse simples do bem?

A nova economia, principalmente a compartilhada, propõe oferecer aos usuários mais que a posse sobre uma propriedade — ela visa a valorização da experiência da pessoa. Trata-se de um sistema versátil, que otimiza as relações de consumo.

O compartilhamento dos recursos e das experiências é um diferencial relevante na multipropriedade. Você divide com outras pessoas o mesmo espaço e elas podem usufruir dos mesmos benefícios que você, podendo se divertir da mesma forma — conforme as vontades pessoais de cada um.

Por outro lado, esse compartilhamento não é simultâneo. Você é dono exclusivo da propriedade durante o seu período de tempo, e sua privacidade com sua família e amigos não é comprometida.

Esse é um modelo de economia que proporciona uma forma diferente de posse, pois nem sempre é fácil conjugar privacidade com compartilhamento. Por exemplo, em condomínios convencionais de apartamentos, às vezes, ocorrem conflitos entre vizinhos porque uns acabam invadindo ou prejudicando a privacidade dos outros. A multipropriedade não oferece esses riscos.

A proposta de usar uma propriedade apenas no “tempo certo” é inovadora para os consumidores, porque se assemelha a alguns conceitos que o mundo digital ajudou a promover, como o SaaS (Software como um Serviço), em que o usuário paga apenas pelos serviços que utiliza, otimizando custos.

Não é vantajoso comprar 100% de uma propriedade e usufruir somente 30% dela, concorda? Isso, geralmente, é o que ocorre com a segunda casa. O proprietário compra um imóvel de veraneio, mas ele permanece fechado a maior parte do tempo, gerando despesas, pois nem sempre ele consegue alugá-lo fora da estação.

A multipropriedade é diferente: você compra somente o que usufrui e paga apenas pelo período que vai usá-la. Essa experiência certamente é satisfatória para a maioria das pessoas. Não há desperdício de dinheiro, não há posse absoluta — existe o compartilhamento que propicia uma experiência de usufruto mais equilibrado.

A possibilidade de viajar para outros locais devido ao intercâmbio entre as multipropriedades valoriza ainda mais a experiência do público. Imagine conhecer outros países ou mesmo outros estados brasileiros, sem a necessidade de gastar rios de dinheiro, ou de comprar ou alugar algum imóvel nesses locais?

Quando você opta por um complexo de lazer bem desenvolvido, independentemente de adotar ou não o intercâmbio, estará sempre bem provido de recursos que garantem sua satisfação e a de sua família. Há a integração com a natureza, com bosques, lagos, matas nativas e jardins, e você também usufrui de todas as comodidades de um resort, como restaurante, academia, salão de eventos e quadra de tênis, entre outras.

A acessibilidade é uma das principais características do sistema. Considere que você conquista o direito a produtos e serviços de alto nível, mas de forma relativamente fácil, bastando comprar uma cota de multipropriedade. Em outras palavras, você consegue aumentar o seu patrimônio e multiplicar os seus prazeres por meio do compartilhamento. Embora estranho, esse é um fato indiscutível, confirmado pela nossa realidade moderna.

Como esses conceitos se complementam?

Depois de tudo o que falamos, não fica difícil compreender a relação entre economia compartilhada e multipropriedade imobiliária, certo? Afinal, um conceito complementa o outro — na verdade, a multipropriedade se insere no contexto da economia compartilhada, como as empresas e serviços que citamos mais acima.

Vamos relembrar os pontos em comum da multipropriedade com a economia compartilhada:

  • os gastos com a manutenção são compartilhados;
  • os coproprietários usufruem, individualmente, do imóvel e pagam as despesas conforme o investimento que fizeram;
  • os coproprietários podem ficar na propriedade temporariamente ou alugá-la durante o seu período de uso.

A multipropriedade imobiliária turística pertence ao âmbito da nova economia que predomina em todo o mundo. O apelo ao consumidor é exatamente o compartilhamento de tudo:

  • o valor de aquisição inicial;
  • os custos para manutenção:
  • os equipamentos, utensílios e móveis;
  • as taxas de arrumação;
  • os serviços hoteleiros.

A proposta da economia compartilhada combate, com eficiência, a ociosidade de diferentes ativos. No turismo de imóveis convencional, o consumidor adquire uma propriedade (casa de praia, por exemplo) como segunda casa, paga as taxas devidas anualmente, assume os custos com manutenção e limpeza, e usa o imóvel somente por 30 dias durante todo o ano.

Durante os outros meses, a propriedade fica ociosa e o dono assume gastos que poderiam ser evitados quando se recorre ao sistema de multipropriedade imobiliária.

Conforme disse o sociólogo Renato Meireles, do Data Popular: “Nada é mais inteligente do que pagarmos apenas pelo que usamos”. Isso é economia compartilhada, é multipropriedade imobiliária.

Para concluir nosso texto, vamos lembrar que a multipropriedade se estende também a bens móveis (carros, embarcações, aeronaves) com o mesmo sucesso que no segmento imobiliário e turístico.

A economia compartilhada é uma tendência consolidada que alcança vários setores. O ramo de imóveis, que é tão importante para a economia de qualquer país, estado ou cidade, não poderia se subtrair à sua influência.

Da mesma forma que condomínios fechados e determinados clubes também refletem as características da economia compartilhada, a multipropriedade imobiliária se destaca nesse contexto como uma solução relevante para reinventar o significado de posse e tornar acessíveis propriedades luxuosas a muitos consumidores, promovendo uma alavancagem segura.

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